Wednesday, December 19, 2012


FOTOS


não deixe ele comer os moveis



cuide bem do seu cão como eles
cuidão se vc.



não deixe ele entediado



mas sempre brinque com
ele.

Como fazer para ele te amar

 
 
1-De a ele muito carinho e paixão sem brigas e comflitos.
2-Se aonde vc estiver tem escada sempre na hora de descer e subir pegue ele no colo
até que ele aprenda(dica:va ensinado ele devagar.)
3- Sempre que ele fizer xixi ou coco no lugar errado não bata nele porque se não ele continuara fazendo no mesmo lugar então so mostre e fale que não é ali e cada vez que ele fizer no lugar certo de um petisco para ele.
4-Sempre de bastante água e comida sempre que vc ver a vazilhas vazias coloque denovo(se a água estiver suja troquen ela.)
5-Nunca o mal trate e o bata ou coisa assim.
6-Se vc for sair e ele ficar com medo e não andar pegue ele no colo e continue
 até que ele se acostume.
 
Assim vc ganhara a comfiança dele!!
 

Tuesday, December 18, 2012


Como alimentar o seu cão

Há três métodos de alimentação: livre escolha, alimentação de tempo controlado, e a alimentação com rações controladas. A livre escolha é quando há mais alimento do que o animal consome e sempre disponível, onde se limpa o prato do animal todo dia e renova-se o alimento. A alimentação de tempo controlado fornece ao animal mais alimento do que ele consome dentro de um período de tempo, geralmente entre 5-30 minutos e depois se retira. A alimentação com ração controlada administra-se ao animal uma quantidade específica de alimento, porém inferior a quantia que o cão comeria se o alimento não fosse restrito. Ambas alimentações são administradas uma ou mais vezes por dia.
O método de livre escolha apresenta algumas vantagens como: causa um efeito de tranqüilidade ao ambiente, desestimula a coprofagia, e diminui a agressividade entre os animais. Mas também apresenta desvantagens: o cão com anorexia não é diagnosticado, principalmente quando possui mais de um cachorro, outro problema é que o cão pode vir a ficar obeso. Esse método pode ser variado entre os cães, pois alguns comem em pequenas refeições várias vezes ao dia, enquanto outros comem uma grande refeição uma vez ao dia. Recomenda-se que seja utilizada em filhotes que já alcançaram 90% de peso adulto, prevenindo doenças esqueléticas.
A alimentação com refeições controladas é o melhor método, pois permite ao criador um alto grau de controle sobre a dieta do animal. Esse método permite que o proprietário acompanhe o consumo alimentar do animal e observe qualquer alteração na ingestão ou comportamento alimentar. A desvantagem é que requer mais tempo e conhecimentos do criador, normalmente esse problema ocorre quando há um grande número de animais.
Animais alimentados somente durante a noite suplicam alimento o dia todo e são inquietos, e os que são alimentados durante a manhã suplicam janta e choram durante a noite, portanto para minimizar esses problemas o melhor é uma alimentação pela manhã e uma pela noite que também previne a dilatação gástrica aguda e vólvulos e torções.
Evitar aperitivos e restos, o excesso desses alimentos resulta em dieta inadequada, desbalanceada, e obesidade. Evitar doces, ossos pequenos, ossos de galinha, pois podem acomodar-se na boca ou no trato gastrintestinal, e quebrar os dentes.
A dieta apropriada é rica em fibras, pois aumenta a quantidade gastrintestinal e diminui a densidade calórica tendo como desvantagem a quantidade de fezes produzidas em maior quantidade, mas é vantagem no tratamento da coprofagia. Os carboidratos fornecem energia. E os principais minerais são o cálcio e o fósforo que são úteis nas ossificações e formação de dentes. A deficiência de nutrientes é comum em cães alimentados com dietas pobres, inadequadas ou caseiras.

A importância da socialização do cachorro


Os cachorros são animais sociais por natureza e por uma série de fatores necessitam viver em grupo. Porém , ainda nos dias atuais muitas pessoas descuidam desse fator na idade ideal (fase de formação), apresentando à ele somente um pequeno universo restrito (casa , família e poucos amigos que a frequentam) se esquecendo dos problemas que isso provavelmente acarretará no futuro.
Se o cachorro não for apresentado a situações variadas com as quais ele poderá por ventura se deparar durante a vida e for apresentado ao maior número de pessoas e animais possíveis tudo parecerá enlouquecedor assim que uma situação diferente se mostrar a ele. Sua reação poderá ser de um cão agressivo, vítima de medos e inseguranças e até mesmo o bullying canino.
O período de socialização vai da oitava a décima semana de vida. Nesse período o cérebro do cachorro está neurologicamente mais apropriado para absorver novas transformações e compreender informações geradas por experiências. O cão deve ser levado a lugares diferentes , deve ser exposto a outros animais de forma tranqüila para que sua reação seja sempre nesta linha e que pessoas de diferentes temperamentos também sejam apresentadas ao seu cão, pois a percepção deste animal costuma ser grande e a rejeição de certas pessoas com temperamentos desagradáveis são rejeitadas por eles. Ainda assim, mostre ao seu cão o universo que ele irá se deparar e com isso ele poderá se adequar melhor às situações diversificadas sem sofrer estresse.
Se esse trabalho de socialização começar mais tarde , o trabalho será maior.Não obstante, poderá também obter sucesso. Os passos são os mesmos , com um pouco mais de paciência , jamais utilizando método de punição e nem mesmo gritando com ele na frente de outros cachorros.Acredite,esse momento onde ele tenta se interagir é de alta sensibilidade .Tente compreender o seu cão.Tente fazer o máximo de leituras corporais.E se essa socialização vier meio tardia,peça ajuda de um profissional,se possível.Todo um protocolo será feito adequadamente pro seu cão e ele ficará pronto pra uma vida sociável. Assim como nos humanos,nos cães o equilíbrio mental é sem dúvida fundamental!

Monday, December 17, 2012


O estresse e ansiedade sofridos pelos cães

Quem tem a idéia de que só o ser humano sofre estresse está longe de conhecer a verdade. Um dos animais que mais sofrem com esse mal é o cachorro. Isso ocorre por fatores diversos.Muitos deles passam sem ser notados pelos donos dos cães, mas que por eles são considerados como ameaças ou mesmo desafios que os afetam gravemente.
Estar na presença de visitas constantes ou demoradas é um desses fatores que causa estresse,como também usar determinados acessórios,banhos,homens de barba ,a chegada de um novo membro em casa,etc.Resumindo,situações novas geram estresse.
Quando o estresse canino ocorre,o coração se acelera,há a liberação de hormônios(adrenalina e cortisol),as pupilas se dilatam(fator mais visível),etc.
Algumas mudanças comportamentais serão notadas quando esse estresse ocorrer. Um deles é o movimento comum e tão questionado de correr atrás da cauda e lamber as patas,a auto limpeza excessiva,uivos,etc.
O estresse é o principal motivo da agressão.Sendo também motivo de modificação na saúde do seu cão ,interferindo de forma negativa.Sem esquecer que coleiras muitas vezes também estressam alguns cães e gritos dos donos sem sombras de dúvidas também.Portanto,evite este tipo de atitude com seu animal.Toda causa do estresse irá prejudicá-lo apenas.
No entanto,muito tipo de estresse não pode ser evitado,e aí vai o conselho:Para os que não podem ser removidos,um bom programa de contracondicionamento e dessensibilização pode mudar a associação do cão com o que lhe causa estresse de negativo para positivo.
Cuide desse mal,faça massagens no seu cão,abrace-o,demonstre proteção a ele,afinal,é tudo que ele mais necessita num momento como esse.Não o deixe por muito tempo sozinho,pois cães são animais sociáveis(como citado na matéria anterior do site).
Uma boa dica é passar um dia num hotel pra cachorros.
Resumindo,é inegável que uma caminhada num lugar agradável,uma escovação de pêlos unidos a carinhos,e um tempo de pura dedicação ao seu cão com brincadeiras ainda são fórmulas mágicas para resolver qualquer problema e tensão.
Ainda resta dúvida da tamanha sensibilidade dos caninos?


Dicas para adestrar o seu cachorro

Independente da função principal que cada raça de cachorro desempenhe, todas devem receber adestramento. Para isso, nem sempre é necessário um adestrador profissional. Pode-se começar a ensinar o seu cão com dicas básicas como:
Para ensinar o seu cachorro fazer as necessidades no lugar certo deve-se adotar um sistema de reforço positivo. Para isto, dê ao seu cão uma guloseima quando ele fizer no lugar certo. Se o comportamento correto for seguido de um reforço o cão terá maior facilidade para repetir este comportamento.
Para ensinar o seu cão a obedecer um comando, a repetição é a chave do sucesso. Repetição e consistência são chaves que ajudarão o  seu cachorro a entender o comando. As guloseimas ajudam bastante neste trabalho.
Para ensinar o seu filhote a não mastigar tudo que encontra pela frente deve-se presenteá-lo com brinquedos e ossos de couro comprados em lojas de animais para que ele possa mastigar. Se seu cachorro tentar mastigar você, reclame em alto e bom som, cruze os braços e ignore-o por dez minutos.
É mais fácil adestrar seu cachorro quando ele ainda é um filhote. Adestramento de cães filhotes sempre vai ser mais fácil e rápido do que adultos. Isso não significa que cachorros adultos não podem aprender novos truques ou comportamentos. Mas quanto antes você começar, melhor.
A alimentação de tempo controlado fornece ao animal mais alimento do que ele consome dentro de um período de tempo, geralmente entre 5-30 minutos e depois se retira. É o melhor método, pois permite ao criador um alto grau de controle sobre a dieta do animal. Esse método permite que o proprietário acompanhe o consumo alimentar do animal e observe qualquer alteração na ingestão ou comportamento alimentar. A desvantagem é que requer mais tempo e conhecimentos do criador, normalmente esse problema ocorre quando há um grande número de animais.
A alimentação com ração controlada administra-se ao animal uma quantidade específica de alimento, porém inferior a quantia que o cão comeria se o alimento não fosse restrito.
Ambas alimentações são administradas uma ou mais vezes por dia.

Diabetes mellitus.


(FOTO: Getty Images)
A diabetes é uma doença de caráter endócrino, onde o pâncreas altera ou diminui a produção de insulina, que é um hormônio responsável pelo controle de glicose no sangue, fonte de energia para todos os órgãos.
É uma doença frequente em cães e ocorre mais nas fêmeas do que nos machos. Há também uma predisposição racial: Poodle, Daschund, Schnauzer, Beagle, Golden Retrivier, Labrador, Sptiz e Samoieda.
Existem dois tipos de diabetes mellitus:
- Diabetes mellitus tipo 1 ou insulino dependentes: perda progressiva e possivelmente completa da produção de insulina;
- Diabetes mellitus tipo 2 ou não insulino dependentes: a produção de insulina pode estar elevada, baixa ou normal, mas é suficiente para manter os níveis adequados de glicose.
Os sinais clínicos são: o cão começa a beber água em excesso, produz grande quantidade de urina, aumento de apetite com diminuição acentuada de peso. Na evolução mais grave da doença, podem aparecer problemas de pele, nos olhos (catarata), nos rins (infecções) e no fígado.
Para confirmar se seu cão tem a doença, o médico veterinário vai basear-se nos sinais clínicos e fazer exames de sangue e urina para verificar a glicose nos mesmos.
O tratamento baseia-se no uso de insulina injetável, que pode ser necessário durante toda a vida do animal, para manter o nível de glicose suficiente para o funcionamento adequado do organismo.
A dieta com rações dietéticas é muito importante, assim como atividade física para seu cãozinho. Para as fêmeas, ainda é indicada a castração, pois os hormônios durante o cio dificultam o controle da glicemia.
É importante ressaltar que se seu cão tem o diagnóstico de diabetes, ele deve sempre passar por um acompanhamento periódico veterinário, para que haja o controle da doença e evite complicações mais graves.

Dicas de Criação de Cães
PRIMEIROS DIAS
Quanto mais colostro melhor
As defesas do filhote dependem somente dos anticorpos herdados da mãe, que duram por seis a 16 semanas. Cerca de 90% deles vêm pelo colostro, o 'leite" mais claro dos cinco primeiros dias, sendo as primeiras 24hs as mais importantes. A proteção é maior no filhote que mama mais (ninhadas com cinco ou menos filhotes são favorecidas) e cuia mãe foi vacinada antes de cruzar (ela adquire mais anticorpos).
ANTES DA VACINACÃO
Resguardar o filhote
Evite os riscos de contágio até 15 dias após o filhote tomar a última vacina. Nada de passeios nem banhos, a não ser se recomendados pelo veterinário. As pessoas que forem a locais que têm outros cães devem desinfetar os sapatos, as mãos e o chão com uma parte de Cândida para uma de água. E se você tocou num cão estranho, troque de roupa antes de segurar o filhote.
ALIMENTAÇÃO
Dar bem balanceada e fresca
Boa nutrição fortalece o organismo. Rações balanceadas de boa qualidade são adequadas. Se a comida for caseira, peça orientação ao s veterinário. Comida deteriorada pode infeccionar o sistema digestivo e ativar as defesas, deixando-as menos disponíveis para repelir outras doenças. É melhor
dar comida nas horas mais frescas e retirá-la meia hora depois.
PARASITAS
Eliminar logo que aparecem
Acabe com eles assim que os descobrir. Pulgas, carrapatos e bernes provocam irritação na pele (alergia), inflamando-a e requisitando o sistema imunológico. Vermes no intestino " roubam" parte da alimentação ingerida pelo cão, tornando-o mal nutrido e com menor capacidade de produzir anticorpos.
FRIO
Proporcionar temperatura adequado
Sentir frio agride o organismo e causa estresse, debilitando as defesas por diminuir a resistência. É preciso abrigar bem os cães que ficam fora de casa. Considere que está frio para cães de pêlo médio e longo se a temperatura for inferior a l5oC e para os de pêlo curto e pelados, se for abaixo de 2OoC.
CALOR
Atenção aos efeitos dele
O excesso de calor causa estresse, reduzindo as defesas. Sirva água fresca à vontade nos dias mais quentes e evite excesso de exposição ao sol e exercícios prolongados. Com o calor, a comida caseira pode deteriorar mais depressa (veia Alimentação); pulgas e outros parasitas se multiplicam (veia Parasitas).
    CORRENTES DE AR
Bloquear este transporte de vírus e bactérias
Microrganismos causadores de doenças respiratórias, como resfriado e pneumonia, vêm pelo ar. Evite esta sobrecarga às defesas do cão.
CHOQUE TÉRMICO
Evitar 'contrastes" de temperatura
Corpo quente que pega ar frio ou vice-versa sofre estresse, perdendo resistência e abre, assim, portas para doenças.
UMIDADE
Secar o habitat dos vírus e bactérias
A umidade ambiental favorece a proliferação de vírus, bactérias e pode causar doenças do sistema respiratório - o ambiente deve ser ensolarado. Além disso, no corpo, a umidade na pele abaixa a temperatura do cão e o deixa mais sujeito a infecções em geral, entre elas as dermatites, que ativam a resposta imunológica deixando-a menos disponível para combater outras doenças.
HIGIENE
Limpar é afastar ameaças
Em ambiente limpo, fica bem mais fácil o controle de insetos, parasitas e até mesmo vírus e bactérias, todos potencialmente ameaçadores ao sistema imunológico.
DOENÇAS
Cortar o mal no princípio
Quando aparecem os primeiros sinais de doença, o sistema imunoiógico já está mais vulnerável. Trate logo o cão.
ESTRESSE
Evitar desgastes desnecessários
O estresse agride o organismo enfraquecendo-o, o que é péssimo para o sistema imunológico.
RESGUARDO
Dizer não a contatos no rua
Não deixe o seu cão sair sozinho, pois poderá ter contato na rua com cães e animais portadores de enfermidades.
OBESIDADE
Manter a linha
Problemas da obesidade estressam o cão e, consequentemente, a imunidade dele diminui.

O bocejo é contagioso para os cães

Se você já teve a sensação de que seu cão bocejou por ter lhe visto bocejar, não estranhe, isso é comum e é um sinal de empatia

Filhote bocejando
Os cães bocejam ao verem seus donos bocejarem (foto: David Kaspar / Flickr)
Todo mundo sabe que bocejar perto de outra pessoa faz com que ela também boceje, não é mesmo? Mas você sabia que seu bocejo também faz seu cão bocejar?
Um dos estudos feitos sobre isso inclui os pesquisadores de Birkbeck College, daUniversidade de Londres, que sugeriram que este seria um sinal de empatia dos cães com seus donos. O experimento que eles realizaram criaram duas situações:
Na primeira, uma pessoa estranha ao cão sentava em frente a ele e após um primeiro contato visual, bocejava.
Na segunda situação, repetia-se o mesmo procedimento, mas desta vez o estranho apenas abria e fechava a boca, sem bocejar. Segundo o cientista Atsushi Senju, esta foi uma providencia para se certificar de que o cachorro não estava apenas respondendo ao movimento de abrir e fechar a boca.
Os resultados da pesquisa foram que, 21 dos 29 cães testados bocejaram logo após o estranho – em média 1,9 vez. Porém nenhum cão bocejou quando o estranho apenas abria e fechava a boca.
“Cães têm uma capacidade especial de ler a comunicação humana. Respondem quando apontamos e quando sinalizamos”, disse Senju.
Para os pesquisadores, estes resultados são a primeira evidência de que cães têm capacidade de estabelecer empatia com humanos e que esta pode ser a explicação para a longa relação de parceria entre as duas espécies.

Filhotes: 5 erros de comportamento dos donos

De acordo com comportamentalistas caninos, 99% dos donos têm problemas com cães em decorrência da falta de regras.

Filhote mordendo
Dentre as inúmeras brincadeiras que se faz com um cão, muitas pessoas dão a mão para que o filhote brinque de mordê-la (foto: Jaybird – J. Star / Flickr)
No início, muitas pessoas acham graça ao ver um filhote destruindo o chinelo, rosnando para o dono ou brincando de cabo de guerra. Contudo, segundo especialistas, o comportamento do dono nessa frase é crucial pois 99% dos problemas que estes tem com seus cães decorrem da falta de imposição de regras nos primeiros meses de vida.
Os especialistas explicam que o comportamento do animal se constrói enquanto ele ainda é filhote e que este é o momento ideal para eliminar maus-hábitos e alinhar seu comportamento, já que até os três meses de idade a memória canina é similar a uma folha em branco.
Confira os cinco erros mais comuns dos proprietários com seus filhotes e dicas para suas respectivas soluções:
1. Falta de um líder: Os cães, por natureza, são animais de matilha e essa, por sua vez, necessita de um líder. Se nenhum morador da casa assumir esse papel, o filhote o assumirá. Portanto, desde os primeiros meses o dono deve se impôr como líder e deixar claro quem comanda o território.
2. Receio de repreender o filhote: Logo nos primeiros dias de vida o filhote não possui experiência prévia para lhe indicar o que seja certo ou errado – o que pode e o que não pode -, por isso é o dono quem deverá ensiná-lo. Não repreendê-lo quando fizer algo incorreto, por exemplo, poderá acarretar problemas futuros. Repreender não significa maltratar, mas sim lhe apresentar uma situação indesejada como conseqüência do que ele fez, desestimulando sua repetição. Pronunciar uma palavra de repreensão em tom firme no momento em que o cão praticar a ação indesejada, como um ‘não!’ enérgico, é um exemplo.
3. Brincadeiras de morder: Dentre as inúmeras brincadeiras que se faz com um cão, muitas pessoas dão a mão para que o filhote brinque de mordê-la, resultando em pequenos cortes e arranhões. A brincadeira, engraçada no início, pode trazer uma série de problemas sociais quando o cão estiver adulto, pois se ele aprende que é permitido morder, provavelmente utilizará dentadas freqüentemente ao longo de sua vida. Para corrigi-lo, pode-se usar uma técnica que consiste em colocar o polegar na língua do cachorro e pressionar até que ele tente empurrá-lo para fora de sua boca. Essa técnica deve ser feita de modo rápido e somente no ato da mordida (jamais deve-se utilizá-la como maneira preventiva). Não se deve esquecer de sempre utilizar a palavra de repreensão enquanto aplica a correção e de não permitir que nenhum outro membro da família ou amigos deixe-se morder. Brinquedos próprios para cães são uma alternativa para suprir esta necessidade.
Muitas pessoas dão a mão para que o filhote brinque de mordê-la… A brincadeira, engraçada no início, pode trazer uma série de problemas sociais quando o cão estiver adulto
4. Falta de controle nos passeios: Para muitas pessoas a hora do passeio é sinônimo de confusão, pois enquanto o dono vai para um lado, o cão puxa para o outro, seja buscando postes, outros animais ou mesmo correndo atrás de carros e motos. Primeiramente só se deve passear na rua com o cão após ele ter tomado todas as vacinas, enquanto isso, segundo comportamentalistas, pode-se acostumá-lo com a coleira folgada algumas horas por dia, dentro de casa. A partir do momento em que o animal puder passear em locais públicos, e o ideal é fazê-lo diariamente, deve-se aumentar o tempo dos passeios de forma gradativa. Sempre que for sair de casa para dar uma volta, a orientação é, primeiramente, colocar guia e coleira adequada ao tamanho do cachorro, posicioná-lo do lado esquerdo e começar a andar levando o cão ao lado. Todas as vezes que ele puxar a guia ou travar deve ser repreendido com as palavras de repreensão e um puxão. Quando o cão andar junto e sem puxar, o dono deve elogiar o animal com palavras ou petiscos, manter a guia folgada e dar comandos que indiquem sincronismo, como, por exemplo, ‘junto!’.
5. Isolamento na hora das refeições: A maioria das pessoas coloca ração para o filhote no pote e sai para fazer outras coisas, deixando-o se alimentar sozinho. Desse modo, o cão aprende que a hora da refeição deve ser um momento solitário e pode reagir agressivamente todas as vezes em que está comendo e alguém chega perto dele ou do próprio pote de ração. Uma dica para evitar essa agressividade desde os primeiros dias de vida é sempre que possível ficar próximo ao filhote durante as refeições, acariciando seu pêlo e colocando a mão no pote de ração do animal enquanto ele se alimenta. Isso fará com que o cão se acostume com a presença humana durante sua alimentação e evitará que, futuramente, o animal avance nas pessoas na hora da comida ou se torne agressivo quando, por algum motivo, o dono precisar manusear seu pote de ração. Caso o filhote rosne ou morda o dono durante esse exercício, é importante que haja repreensão no mesmo instante e até mesmo, se necessário, a retirada da comida. Restabelecida a calma, o proprietário pode devolver o pote para dar continuidade à refeição. Segundo especialistas, essa atitude é fundamental para o cãozinho aprender que o dono é o líder e pode manusear ou simplesmente retirar o alimento a qualquer hora.
Mesmo com essas dicas, é de suma importância que você procure um médico veterinário para realizar um acompanhamento pediátrico com seu filhote. Só assim você garantirá orientação profissional correta, vermifugação e vacinação em dia.

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Cachorro na cama, pode?

O que os especialistas dizem a respeito? Conheça algumas dicas para abandonar de vez esse costume ou levá-lo adiante com segurança.Cachorro na cama

Especialistas não recomendam cães na cama dos donos  (foto: Vincent Garcia / Flickr)
O dilema de dividir ou não a cama com seu cão atormenta muitos proprietários, que, na maioria das vezes, geram esse hábito nos animais enquanto ainda filhotes e precisam de ajuda para subir na cama. Contudo, o ato de carinho pode se tornar um problema com o passar do tempo. Mas, afinal, é certo que os proprietários dividam a cama com seu animal?
Segundo a pesquisa Radar Pet, realizada em 2010 pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), 55% dos cães brasileiros passam a noite dentro de casa, dos quais 23% ficam no quarto dos proprietários e 12% têm seu próprio quarto. Os demais 11% passam a noite na sala e apenas 9% dorme no banheiro ou na lavanderia.
Apesar do resultado da pesquisa, para muitos especialistas não é recomendado que os cães, assim como acontece com as crianças, durmam na mesma cama que os ‘pais’. A medida serve para evitar, principalmente, a possessividade, carência e até mesmo a agressividade do animal quando alguém se aproxima de seu dono. Além disso, dormir junto com o cão pode ser prejudicial se o animal não estiver devidamente higienizado.
Para aqueles que não abrem mão da companhia do cão na hora do sono, as recomendações são vermifugação e vacinação do animal em dia; higiene das patas antes de colocá-lo na cama (pode-se até utilizar um secador após lavar as patas para evitar que fiquem úmidas) e troca diária de lençóis e fronhas.
 dormir junto com o cão pode ser prejudicial se o animal não estiver devidamente higienizado
Já para os proprietários que querem abandonar o costume, a tarefa é um pouco mais difícil, mas não impossível. Seguem as dicas: A primeira coisa a se fazer é escolher uma cama confortável e ideal para o tamanho do animal. Em segundo lugar, não permita mais que o cão suba na sua cama e, caso o faça, você deve retirá-lo imediatamente e repetir a ação sempre que o animal insistir.
Uma orientação para facilitar a separação entre o dono e o cão na hora de dormir é passear todos os dias com o cão antes de dormir com o objetivo de cansá-lo, para que ele adormeça facilmente. E finalmente, conduzir o cão até a nova cama dele, tirando-o do seu colchão caso volte a subir.
Para ajudar o cão a se acostumar com o novo local de descanso, a dica é colocar a cama dele no ambiente onde ele está acostumado a dormir (no quarto ou na sala, por exemplo), deitar-se ao lado dela, chamar o animal pelo nome, usando comandos como ‘cama’, ‘senta’, ‘deita’ e ‘fica’ (recompensando-o sempre que acertar) e acariciar o cão até que ele relaxe e adormeça.
A tarefa pode ser um pouco cansativa, sim, mas especialistas garantem que o cão logo assimila o novo espaço para dormir e o resultado aparece em até uma semana.

Você é responsável pela saúde e bem-estar de seu Hamster. Trate-o comcarinho e responsabilidade."
Em seu habitat os Hamsters são animais solitários, buscando companhia apenas na época de acasalamento, e o cuidado com os filhotes é tarefa exclusiva da fêmea.

Criadores vêm seguindo esta tendência instintiva, reunindo o casal apenas na época propícia ao acasalamento. O par deve ser atentamente observado pois uma fêmea indisposta pode machucar seriamente um macho enamorado.

Animais desta espécie são prolíferos e antes de atingirem 2 meses de idade já estão aptos à reprodução. O período de gestação varia de acordo com a espécie vai de 18 até 30 dias. Ao completarem 6 semanas faz-se necessário separar os filhotes, para que não ocorram cruzamentos indesejáveis. 

O número de filhotes varia de 6 a 12 por ninhada, sendo a vida reprodutiva de 11 a 18 meses. Os filhotes nascem pesando aproximadamente de 1 a 2 g, abrirão os olhos em 15 dias. Deverão ser desmamados aos 25 dias, para evitar o desgaste da mãe, que estará novamente apta a novo acasalamento em 24 horas após o desmame. 
MACHO OU FÊMEA?

Veja na figura abaixo a diferença entre o macho e a fêmea. Segure seu hamster com a barriga para cima, os hamsters machos adultos, em geral os testículos são facilmente vistos, podendo até mesmo serem visualizados de cima. Já nos mais jovens, a diferença não é tão evidente. Olhando para os genitais, você verá dois orifícios - o pênis ou vagina e o ânus. No macho, o espaço entre os dois é em geral 1-2 cm e, na fêmea, este espaço é tão pequeno que é difícil diferenciar os dois orifícios.
COMO ACASALAR MEU HAMSTER?
De um modo geral a fêmea de hamster entra no cio a cada 4 dias, em média, podendo este período variar entre 3 e 5 dias. Antes de entrar no cio, geralmente a fêmea exala um cheiro forte semelhante ao almíscar, que pode notar-se com mais intensidade nos meses de verão. Nesta época a fêmea é mais ativa e também mais receptiva ao macho.
O cio ocorre a cada 3 dias e permanece por um período de 4 a 24 horas. No inverno, as fêmeas podem não entrar no cio, e isto pode ser solucionado aumentado o número de horas iluminadas, com uma lâmpada acesa por 12 horas por dia. No fim de cada cio a fêmea excreta uma secreção branca consistente pela vagina.
Para saber se a fêmea está no cio basta segurá-la na palma de uma mão e com a outra mão coçar firmemente suas costas em direção ao rabo. Se a fêmea estiver no cio irá ficar parada, levantar o rabo, manter o peito encostado no chão e a cabeça virada para a frente. Outra maneira de saber se sua fêmea está no cio, é colocar o macho, fora da gaiola, bem perto da fêmea. Se ela ficar muito agitada, correndo dentro da gaiola é porque esta no cio. Se a fêmea estiver no cio coloque-a então na gaiola do macho ou coloque ambos, macho e fêmea, em um território neutro (o que é mais aconselhável para que não briguem). Nunca coloque o macho na gaiola da fêmea, pois ela irá defender seu território. Se a fêmea não aceitar o macho, ela deve ser removida da gaiola, podendo-se tentar novamente nas noites seguintes em que ela estiver novamente no cio.
Ao se encontrarem, o macho deverá rodear a fêmea agitadamente, e se o casal for compatível, ela irá ficar imóvel e levantar o rabo. Nas primeiras vezes, os machos podem demorar um pouco a perceber o que devem fazer. Ele irá montar e desmontar várias vezes. Você deve deixá-los cruzando por cerca de 20 minutos. No fim deste tempo, separe-os. Caso ambos percam o interesse antes de 20 minutos ou briguem, separe o casal e tente novamente no próximo cio. Não são todas as fêmeas que ficam prenhas da primeira vez, principalmente se cruzadas com um macho inexperiente. A gravidez pode ser confirmada pela ausência da secreção branca que marca o fim do cio, pois, em geral, as fêmeas prenhas não entraram no cio.
VARIAÇÃO DE GESTAÇÃO ENTRE AS ESPÉCIES:
HAMSTER SÍRIO, HAMSTER SÍRIAN - Reprodução: período de gestação em torno de 18 dias, com média de 8 filhotes. HAMSTER ANÃO RUSSO CAMPBELLS REPRODUÇÃO: Gestação de 18 - 21 diasROBOROVISKI - REPRODUÇÃO: Gestação de 20 - 30 diasHAMSTER CHINÊS REPRODUÇÃO: Gestação de 21 dias
GESTAÇÃO E NASCIMENTO
Durante a gestação, é importante fornecer alimentação à vontade , leite e vegetais para aumentar a taxa de ingestão de proteínas. Não se deve pegar a fêmea neste período. Também remova a roda ou qualquer outro objeto que possa machucar a fêmea. Cerca de dois dias antes da data esperada para o nascimento, deve-se limpar a gaiola e deixar bastante material disponível para a fêmea construir seu ninho (papel higiênico, por exemplo). Não use jornal, pois a tinta pode ser tóxica. Após a limpeza, não se deve mais mexer na gaiola ou incomodar a fêmea.
Normalmente, o nascimento se dá à tardinha, à noite ou de manhã cedo, podendo também ocorrer durante o dia. A fêmea permanecerá ativa até o momento de dar à luz. Antes do nascimento de cada filhote, ela contrairá seus músculos abdominais duas ou três vezes, sentará nas patas traseiras e se curvará, enquanto dá à luz a um único filhote de cada vez. A placenta, que parece um pequeno saco de sangue, será expelida após o nascimento de cada filhote, sendo em geral ingerida pela mãe. Os filhotes nascerão em intervalos de mais ou menos 10 minutos, e a mãe deverá permanecer ativa entre cada nascimento. Desta forma, os filhotes poderão nascer em lugares diferentes da gaiola, mas a mãe os recolherá e os levará para o ninho assim que terminar de dar à luz.
Depois do nascimento dos filhotes, geralmente haverá sangue na forração. Este sangue é proveniente da placenta, e não é preciso ficar preocupado. Os filhotes nascem sem pêlos, cegos e surdos. Os olhos pretos já poderão ser vistos através da pele. No entanto, se os olhos forem vermelhos, não poderão ser vistos. Eles já nascem com dentes. Não se deve mexer no ninho nem nos filhotes antes de duas semanas, sob o risco de a mãe rejeitar as crias ou mesmo comê-las.
A pele dos filhotes começará a apresentar pigmentação após 4 a 6 dias e a pelagem começará a crescer. Aos 8 ou 10 dias, os filhotes começarão a andar pela gaiola. Com 16 dias, os filhotes já estarão cobertos de pêlos e seus olhos já estarão abertos. Já será possível segurar os filhotes por curtos períodos, podendo-se então limpar a gaiola.
Enquanto a mãe estiver amamentando, deve-se manter a dieta reforçada com ração, ovos cozidos, leite ou pão embebido em leite. Com 3 semanas de vida, os filhotes já estarão desmamados, e deve-se então separá-los em duas gaiolas diferentes, por sexo.
Após 3 semanas junto aos seus irmãos e com 6 semanas de vida, cada filhote deverá ser colocado em uma gaiola separada e estarão prontos para serem vendidos ou doados.

sugestão de brinquedos

     BRINQUEDOS
Aqui está, algumas dicas de brinquedos que vocês podem fazer:
LABIRINTO
Materiais :
-caixas de papelão
-cola quente
-tesoura
-ração de seu hamster
Como fazer:
1-Messa seu hamster , então marque no papelão o dobro dele então corte várias tiras de vários comprimentos
2- Com a maior caixa que tiver recorte um quadrado ou um retângulo do tamanho que você queira seu labirinto
3- Com as tiras cortadas feche as laterais e monte um labirinto colando com cola quente
4- após fazer isso é só você colocar um pouco de comida onde quiser que seu hamster chegue

Fiz para meus hamsters e eles adoraram quem fizer esse brinquedo mandem uma foto para jufonzar1@hotmail.com que eu postarei no blog.

Há também vários outros brinquedos simples de fazer como túneis de papelão,caixa com várias coisas nas quais seu hamster pode roer e destruir ,mas cuidado com oque você vai colocar na caixa para não fazer mau    a seu hamster.Também tem a opção dacompra de brinquedos mas eu acho que com um pouco de imaginação você pode criar ótimos brinquedos nos quais seu pet  vai se divertir.

Faça um parque de diversões para seu hamster!

Olá, fiéis leitores do http://diariodemascotes.blogspot.com.br/! Mais um post para os fãs de hamsters de plantão. O post abordará o seguinte assunto: "Já pensou em fazer um parque de diversões para seu hamster?" - Como fazer? Quais os materiais? Tudo será explicado nesse post!

Bom, para começar o parque de diversões será nada mais que um lugar com espaço e brinquedos especiais que geralmente não têm na gaiola. Irá ser usada para diversão e exercício do seu hamster por algum tempinho.

Há pessoas que possuem renda suficiente para comprar aquelas gigantescas Habitrails - que por sinal, desculpem o uso da palavra, são uma porcaria. Há também aqueles que podem cuidar de um hamster mas não tem condições financeiras de oferecer algo a mais. Por isso, a maneira artesanal é a mais barata (e divertida também!) de fazer seu hamster feliz!

O que teria nesse parque de diversões? Bom, escadas, túneis, rodinhas, tudo que você possa imaginar que talvez não se poderia ter numa gaiola comum. E seria feita basicamente numa caixa grande de papelão com itens dispostos nela. Agora que você sabe, mãos à obra?! Vou citar os itens:

- A caixa de papelão: Será o item que será a 'base' do parque de diversões. Pode ser uma caixa larga e com altura (evita que seu hamster pule e fuja). Nela você fixará as rodas/roldanas, a base das escadas e os labirintos/túneis. Importante: não deixe nenhum tipo de tinta ou plástico no interior da caixa, poderá fazer mal ao seu hamster devido à possíveis substâncias tóxicas.

Imagem extraída de manutencaodesuprimentos.com.br


Túneis: Outra das partes importantes do parque são os túneis, eles podem ser fixados na base da caixa de papelão tendo duas, três, quatro... infinitas saídas. Podem ser feitos de pedaços recicláveis de garrafas de plástico, papelão e até mesmo rolos de papel higiênico. Entretantom provavelmente seu hamster irá morder então recomendo os túneis feitos de plástico para uma maior vida útil.

Imagem extraída de bomdemasi.blogspot.com

Labirintos: Os labirintos por ocuparem grande espaço na caixa e serem difíceis de fazer  e limpar podem facilmente ser substituídos pelos túneis. Mas caso sua caixa seja bem grande para que tenha espaço para os dois você pode fazer uma com materiais muito simples, eu recomendo o plástico pelo mesmo motivo dos túneis.

Imagem extraída de roedorfeliz.blogspot.com

Roda: Esse é um ótimo acessório. Deve ser outra roda que não seja a da própria gaiola. A rodinha pode ser de metal ou plástico e pode ser fixa ou não. Recomendo as que não sejam fixas, pois podem ser retiradas facilmente e aumentam a durabilidade da parede da caixa de papelão, pois você não ficará furando-a para colocar a rodinha. Mas caso não haja maneira de ter uma não-fixa você pode adaptar uma fixa.


Imagem extraída de magianimal.blogspot.com


Escadas: Acessório muito bom para exercício no seu parque! Você pode fazer de palitos de  sorvete (ou de plástico, madeira, papelão e metal) de forma que fiquem bem fixos (novamente recomendo as de plástico). Uma boa ideia é colocá-las sobre os túneis, assim, fazendo atalhos para o hamster dentro da caixa. 



Imagem de origem desconhecida


Enfim pessoal, vocês podem dar uma improvisada ali e acolá mas o importante é que façam seu hamster feliz com segurança.

Algumas coisas devem ser lembradas como sempre deixar à disposição água (bebedouro formato mamadeira fixo na parede da caixa) e comida (num potinho grande e pesado, afinal, evita possíveis acidentes), pois tenho certeza que seu hamster ficará com muita fome e sede depois de tanta diversão. Além disso nunca transforme o parque num local permanente, nada 
substitui. Não o deixe sozinho por muito tempo, afinal, já que a caixa é de papelão ele pode fugir com uma certa facilidade e se possível coloque um pouco de areia/serragem/maravalha para caso ele faça suas necessidades ali. E sempre mantenha uma frequência de limpeza da caixa e seus componentes com um pano úmido (não use produtos de limpeza específicos, contém substâncias tóxicas).




Dicas extras:

Ao utilizar túneis feitos de garrafas pet (facilmente encontradas como garrafas de refrigerante, energéticos e afins - não esqueça de limpar/esterilizar as garrafas) provavelmente terá de ser feitos cortes de encaixe usando tesouras, facas, estiletes e afins. Para não deixar nenhuma espécie e lâmina cortante, lixe toda a área cortada.

Usando rodinhas, escadas e túneis de plástico você pode dar uma maior durabilidade ao parque do seu hamster e ainda prevenirá para que não possam ocorrer acidentes devido aos vãos contidos em muitos desses componentes, que geralmente são os feitos de metal.

Retire todo e qualquer excesso de cola que possa ser usada na fabricação do parque. Uma vez que o hamster possa roer essa cola, pode lhe causar problemas intestinais e até mesmo levá-lo ao óbito.

Não cubra a caixa de papelão, deve-se manter uma boa circulação de ar no ambiente. Nada de manter o parque em lugares quentes, hamsters não toleram temperatura elevada. A mesma coisa vale para correntes de ar.

-  Caso você queria fazer um parque com várias caixas de papelão, usar túneis como conectores é uma boa ideia, só tome o cuidado de reforçar as áreas de conexão, afinal, são as áreas mais sucetíveis suscetíveis ao hamster roer, e consequentemente, fugir.


Esse foi mais um post bem legal e espero ter sido útil e bem claro quanto à construção do parquinho do seu hamster. Faça com cuidado e segurança sempre chamando um adulto caso você seja criança e qualquer dúvida publique nos comentários do post! Boa sorte, bom trabalho e até a próxima!

Fêmea x Macho

Hoje estou aqui , para falar de uma dúvida que atormenta a maioria dos donos(a) de hamsters.
E inclusive é uma das perguntas mais feitas , seguida por "doenças de Hamster" , "qual a gaiola certa" e "sobre cio".

Realmente a sexualidade dos Hamster é um pouco complicada mesmo , mas por isso estou aqui para tirar as dúvidas que milhares de pessoas tem.

Para descobrir o sexo do seu bichinho , basta segura-lo de barriga para cima , há quem diga que os hamsters possuem uma glândula de odor na barriga (mas tambem conhecida como os testiculos dele) , só que a história não é bem assim.

Na verdade , os órgãos genitais dos hamsters machos são separados por um certo espaço.
Já na fêmea , os órgãos são muito próximos.
Observe a imagem: